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Thiago Marreta vê em Branch a chance de se aproximar de disputa de cinturão: ‘Minha hora está perto’

por: Leonardo Fabri
em 8 de Fevereiro de 2018

Thiago Marreta quer o quinto nocaute seguido – Foto: Leonardo Fabri

Embalado por quatro nocautes em sequência no UFC, Thiago Marreta volta ao octógono no da 21 de abril para enfrentar o ex-campeão do extinto WSOF David Branch, em Atlanta, EUA. Em caso de uma nova vitória, o brasileiro deve subir alguns degraus na corrida por uma futura disputa de título.

“Vou vencer essa luta e tenho certeza que vou me aproximar do meu objetivo, que é disputar o cinturão da categoria. Creio que a minha hora está cada vez mais perto e eu não vou descansar enquanto não chegar lá”, afirmou o peso médio em um rápido bate-papo com o PVT.

Ao analisar o próximo desafio, Marreta aponta para as características de Branch, que chegou ao UFC em maio de 2017, vencendo Krzysztof Jotko por decisão dividida e sendo nocauteado por Luke Rockhold.

“O David Branch é um lutador bem completo, perigoso e gosta de fazer o antijogo, gosta de agarrar e abafar. Tenho que entrar atento e fazer o que venho fazendo nas últimas lutas, trazendo o adversário para o meu jogo e atacando nos momentos certos, como venho fazendo nas minhas últimas lutas”.

Da CDD pro mundo

Em sua música de entrada, Thiago Marreta exalta a Cidade de Deus, onde foi criado e mora até hoje. Nos últimos dias, a comunidade vem vivendo dias violentíssimos devido ao crime organizado. O lutador, que mantém um projeto social no local, lamenta.

“A situação na Cidade de Deus é lamentável. Realmente é triste e preocupante o que está acontecendo na minha comunidade. Aliás, não só na minha comunidade, mas no Rio de Janeiro todo. Eu faço a minha parte, tenho meu projeto social, acredito que dou alegria e esperança para a população daqui, que se identifica com a minha história. Mas infelizmente isso é muito pouco, não é o suficiente para melhorar a situação. Eu gostaria de fazer mais, mas não sei como. Inclusive, devido aos tiroteios, tem dias que eu preciso cancelar as aulas do projeto para proteger as crianças”.