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Royce, Aldo, Minotauro, Wand e muito mais: Colecione os bonecos do UFC e pague em até 6x sem juros

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Royce Gracie não descarta lutar novamente contra Ken Shamrock

Ken Shamrock foi nocauteado por Kimbo Slice ainda no primeiro round em duelo pelo Bellator no último final de semana. Antes do duelo, o veterano de 51 anos revelou o desejo de lutar novamente contra a lenda Royce Gracie, com quem já lutou duas vezes, nos primórdios do UFC - foi finalizado pelo brasileiro no UFC 1 e empatou no UFC 5. Embora Royce tenha dito que uma vitória do rival sobre Slice ajudaria na promoção de um terceiro duelo, o primeiro campeão do UFC não descartou a possibilidade. 

"Seria muito bom. Meu corpo está bem, não tenho nenhuma lesão, estou saudável e peso o mesmo que pesava há 20 anos. Então, sim", respondeu o brasileiro ao site do MMA Junkie, que o questionou sobre um possível novo combate.
 
Atualmente com 48 anos, Royce Gracie não luta desde junho de 2007, quando, pelo K1 Hero's, superou o japonês Kazushi Sakuraba por decisão unânime após três rounds de luta.
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Demian, Royce e Cigano analisam duelo entre Belfort e Chris Weidman

No próximo dia 23 de maio, Chris Weidman coloca seu cinturão peso-médio do UFC em jogo e encara Vitor Belfort na luta co-principal do UFC 187, em Las Vegas. Esta será a terceira defesa de título de Chris, e a terceira contra um brasileiro: invicto na carreira, o americano vem de vitórias sobre ninguém menos que Anderson Silva e Lyoto Machida.

Aos 38 anos, e tido como um exemplo de longevidade no esporte, Vitor, campeão do torneio peso-pesado do UFC em 1997 e ex-campeão meio-pesado da organização, fará seu quarto desafio de cinturão, com um retrospecto de uma vitória e duas derrotas até aqui. A seu favor, o carioca tem uma ótima fase, embalada por nocautes sobre Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson.

O PVT perguntou a alguns especialistas do mundo do MMA, como Royce Gracie, Junior Cigano e Demian Maia como eles imaginam que será a luta entre Belfort e Weidman, e quem eles acham que deixará o octógono com o cinturão. Confira os palpites no vídeo abaixo.

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Royce relembra desafios, doping e início no UFC: “Ganhei sem ter que arrebentar a cara de ninguém”

Um dos maiores nomes da história do MMA, Royce Gracie esteve no Rio de Janeiro algumas semanas atrás e bateu um longo papo com o PVT. O resultado disso foi a capa da PVT Mag deste mês, que você confere clicando aqui.

Selecionamos alguns momentos desta entrevista no vídeo abaixo, onde Royce conta, entre outros assuntos, porque foi o escolhido do Grande Mestre Helio Gracie para representar toda a tradição da família na edição de estreia do UFC. Apesar de ter irmãos ou primos maiores ou mais técnicos, Royce conta que tinha uma característica que seu pai gostava, sendo assim a sua escolha.

“Foi um pouco das características que meu pai gostava”, explicou, “Vou ganhar dos caras usando a técnica, sem ter que arrebentar a cara de ninguém, vai ser limpo. Tinha primo que ia chegar lá, dar cotovelada na cara, arrancar dente, sangue pra caramba... Ia ganhar, ia fazer o serviço igual ou melhor, mas não ia ter o impacto que eu tive. Meu pai gostava disso”.

No vídeo abaixo, Royce surpreende e conta quais foram seus desafios mais difíceis, relembra o seu caso de doping e analisa o de Anderson Silva. O Gracie explica como eram seus treinos na era pré-UFC e ainda diz o que acha de lutadores que utilizam o trash-talking antes da luta, como Chael Sonnen e Conor McGregor.

Confira!

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Royce Gracie aponta os três membros mais importantes da sua família na PVT Mag 65

Uma das maiores lendas da história do MMA, Royce Gracie é o personagem de capa da PVT Mag 65. O tricampeão do UFC bateu um papo com nossa equipe e falou de tudo: desde suas conquistas mais marcantes até suas maiores polêmicas. Royce estava inspirado, relembrou histórias do UFC, a luta de 1h45 com Sakuraba, suas derrotas, rivalidades, seu caso de doping, e muito mais. Você irá conferir depoimentos bombásticos do filho do Grande Mestre Helio Gracie, que disse também quais são os três membros mais importantes de sua família.

Outra matéria bacana desta edição é um raio-x da nova fase do Muay Thai brasileiro. Nosso país vem mostrando que é uma potência tanto nas competições da modalidade quanto nesta área voltada ao MMA, prova disso é que o Brasil formou vários campeões mundiais e agora também exporta treinadores, ganhando o respeito e reconhecimento mundial.

No Baú do Alonso, nosso editor relembra o Meca 6. Realizado em janeiro de 2002, o evento reuniu as principais academias do Brasil como Chute Boxe, BTT, Ruas Vale Tudo e Carlson Gracie. Em ação, nomes como Anderson Silva, Gustavo Ximu, Jorge Macaco, Roan Jucão e Carlão Barreto levantaram o público curitibano, que lotou as dependências do Círculo Militar.

Então, não perca tempo, clique aqui e acesse agora mesmo mais uma edição fresquinha da PVT Mag.

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Vídeo: citado por Royce Gracie, Alex Cowboy comemora reconhecimento: 'é um incentivo a mais'

Pouca gente conhecia Alex Cowboy quando ele foi escalado para substituir o experiente Josh Thomson na luta contra Gilbert Durinho no último UFC Rio, realizado no mês passado. Agora todo mundo conhece. Isso porque o atleta da TFT/ATS vendeu cara a derrota para o campeão mundial de jiu-jitsu. Em pé, ele dominou completamente as ações nos dois primeiros rounds, mas, no terceiro, acabou caindo em uma chave de braço bem aplicada pelo faixa preta. Mesmo assim, Cowboy ainda resistiu por cerca de três minutos até bater.

Sedento por conhecimento, o especialista em muay thai e faixa azul de jiu-jitsu participou do seminário ministrado pela lenda Royce Gracie, que aconteceu no clube Oásis, na Barra da Tijuca, casa da equipe de Alex Cowboy. Ao contestar o sistema de graduação através de competições, o primeiro campeão do UFC citou a luta entre Cowboy e Durinho.

"Aquele cara ali é uma prova disso (apontou para Alex Cowboy, que estava entre os alunos). Ele lutou com um maior casca grossa, faixa preta, várias vezes campeão. Ele fez luta dura e é apenas faixa azul. Na briga (luta) é outra conversa. Uma coisa é você ter que marcar ponto, outra coisa é você ganhar mesmo", disse.

Orgulhoso, o peso leve do UFC bateu um papo com o PVT logo após o seminário, garantiu uma busca maior pela evolução no jogo de solo, confirmou o interesse de ir treinar na American Top Team, e, claro, repercutiu o comentário da lenda.

"Vim me aprimorar um pouco com o cara. Agora no UFC tenho que pegar esses mínimos detalhes, pois lá dentro faz uma grande diferença", contou. "Ele (Royce) passou perto de mim e falou: 'pode pegar firme com esse aí porque ele é casca grossa'. É um  incentivo a mais para treinar cada vez mais firme".

Assista à entrevista com Alex Cowboy no vídeo abaixo:

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Royce revela papo com Dana antes do 'sim' para o Bellator e estratégia para vencer adversário de 220 kg

A lenda Royce Gracie esteve no Rio de Janeiro para ministrar um seminário prático de defesa pessoal, na semana passada. Bastante atencioso, ele atendeu fãs e imprensa, sempre com sorriso no rosto. Em entrevista ao programa MMA Live Brasil, do site da ESPN, o campeão da primeira edição do UFC revelou que ligou para Dana White assim que recebeu o convite do Bellator para ser embaixador do evento. "Ele me falou: "Cara, faz o que você tem que fazer. Pode ir".

Além disso, o programa também abordou o velho vale-tudo, o novo MMA, as lutas mais difíceis de sua carreira e a estratégia usada para superar um gigante 140 quilos mais pesado: Akebono. O lutador de sumô foi finalizado por Royce Gracie em apenas 2 minutos e 13 segundos, no dia 31 de dezembro de 2004, pelo K-1 Premium Dynamite.

"Antes da luta todo mundo me falou: 'o cara é do sumô, ele treina para não ir para o chão, ele é bem mais alto do que você e você não tem força para nocautear ele. Você é maluco'. Eu adoro desafio. Diz que é impossível que eu vou provar para você que você está errado", afirmou. "É estratégia. Eu não derrubei ele. Eu me joguei por baixo dele e ele tropeçou em mim. Duas vezes. Na primeira vez ele levantou. Na segunda não, aí eu dei uns tapas nele e peguei o braço".

A entrevista completa você acompanha clicando aqui.

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Royce Gracie realiza seminário no Rio de Janeiro em abril; confira as informações

Campeão da primeira edição do UFC e membro do Hall da Fama da organização, a lenda do jiu jitsu e do vale tudo Royce Gracie virá ao Brasil em 2015 para realizar um seminário na sua cidade natal, o Rio de Janeiro, no dia 4 de abril. O evento será no Clube Oásis, na Barra da Tijuca.

Filho do Grande Mestre Hélio Gracie, Royce é tido como um dos nomes mais importantes para a popularização tanto do jiu jitsu como do vale tudo a partir da década de 1990. Aos 26 anos, ele foi o escolhido para representar a família no UFC 1, em 1993, evento recém-criado por seu irmão Rorion para descobrir qual a arte marcial mais efetiva do mundo.

Das cinco primeiras edições do evento, Royce se sagrou campeão de três. Em uma delas, foi obrigado a desistir de competir por exaustão, além de ter empatado com Ken Shamrock na quinta edição, após uma batalha de 36 minutos. No total, Royce finalizou 11 adversários no evento.

Serviços

Seminário de Royce Gracie

Sábado, 4 de abril, a partir das 10 horas

Clube Oásis - Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, nº 3007, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

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Ken Shamrock relembra derrota para Royce no UFC 1: "Achava que eu era o cara"

Há 21 anos, a família Gracie criava um torneio que permitiria provar a superioridade de seu jiu jitsu em relação às demais modalidades de luta. Logo na primeira edição do evento, dois atletas que escreveriam seus nomes na história do esporte se enfrentaram. Royce Gracie e Ken Shamrock fizeram uma das semifinais do torneio, que acabou vencida pelo brasileiro com um estrangulamento. Em entrevista ao Fightography do UFC, o americano relembrou o duelo.

"Eu sabia que o Royce era o cara que eles (UFC) estavam destacando. Ele era o único cara que eu conhecia que sabia alguma coisa sobre finalização, mas eu achava que ele não sabia nada tão bem assim. Eu era um pouco arrogante na época, achava que eu era o cara e logo eu estava tentando fugir dele, pensando 'o que é isso?'. Eu estava realmente despreparado para o ambiente em que eu estava sendo colocado".

Shamrock disse que, após esta derrota, a primeira de sua curta carreira até aquele momento, ele se tornou obcecado pela oportunidade de conseguir uma revanche com Royce, o que lhe foi concedido dois anos depois, no UFC 5. Desta vez, o americano lidou melhor com o jiu jitsu do brasileiro e, após 36 minutos de luta, o resultado oficial foi de empate.

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Royce Gracie comenta nova função de embaixador do Bellator: "Não fizeram isso para atacar o UFC"

Campeão das duas primeiras edições do UFC, tido como um dos maiores lutadores de todos os tempos e responsável por abrir os olhos do mundo para o jiu jitsu, Royce Gracie agora trabalha para uma organização concorrente à de Dana White. Ele recentemente aceitou um acordo para ser o embaixador do Bellator e, em entrevista ao MMA Fighting, comentou a decisão.

"Sou bom amigo do Scott Coker há cinco ou sete anos. Ele está envolvido com as artes marciais há muito tempo, então me ligou e fez esta oferta. Estou aqui para ajudar", esclareceu Royce, "Não acho que eles fizeram isso para atacar o UFC de alguma forma. Eles enxergam meu valor e me convidaram para ser o embaixador. O UFC foi meu lar e vai sempre ser meu lar. Eu ajudei a criar e construir esse lar. Agora, o Bellator é uma organização relativamente nova e eu estou aqui para ajudá-los a crescer ainda mais".

Para o filho do Grande Mestre Hélio Gracie, o monopólio exercido pelo UFC limita as possibilidades de emprego para os atletas profissionais, o que é prejudicial para o esporte como um todo.

"É sempre bom ter mais eventos, dar emprego a mais lutadores. Você tem toneladas de talentos em todo lugar que você vai, então você não pode ficar preso com apenas uma organização".

Royce apontou ainda quem são seus atletas prediletos na organização, destacando o ex-campeão peso pena do WSOF, que acaba de retornar ao Bellator após mais de três anos, e uma revelação polonesa que, recentemente, faturou o GP dos pesos leves.

"Um lutador que eu gosto, que está voltando agora para o Bellator, é o Georgi (Karakhanyan). Ele vai conquistar o título. Também gosto do Marcin Held. Ele tem um chão escorregadio, finaliza todo mundo com chaves de perna. Tem um jiu jitsu muito bom".

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