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Vídeo: citado por Royce Gracie, Alex Cowboy comemora reconhecimento: 'é um incentivo a mais'

Pouca gente conhecia Alex Cowboy quando ele foi escalado para substituir o experiente Josh Thomson na luta contra Gilbert Durinho no último UFC Rio, realizado no mês passado. Agora todo mundo conhece. Isso porque o atleta da TFT/ATS vendeu cara a derrota para o campeão mundial de jiu-jitsu. Em pé, ele dominou completamente as ações nos dois primeiros rounds, mas, no terceiro, acabou caindo em uma chave de braço bem aplicada pelo faixa preta. Mesmo assim, Cowboy ainda resistiu por cerca de três minutos até bater.

Sedento por conhecimento, o especialista em muay thai e faixa azul de jiu-jitsu participou do seminário ministrado pela lenda Royce Gracie, que aconteceu no clube Oásis, na Barra da Tijuca, casa da equipe de Alex Cowboy. Ao contestar o sistema de graduação através de competições, o primeiro campeão do UFC citou a luta entre Cowboy e Durinho.

"Aquele cara ali é uma prova disso (apontou para Alex Cowboy, que estava entre os alunos). Ele lutou com um maior casca grossa, faixa preta, várias vezes campeão. Ele fez luta dura e é apenas faixa azul. Na briga (luta) é outra conversa. Uma coisa é você ter que marcar ponto, outra coisa é você ganhar mesmo", disse.

Orgulhoso, o peso leve do UFC bateu um papo com o PVT logo após o seminário, garantiu uma busca maior pela evolução no jogo de solo, confirmou o interesse de ir treinar na American Top Team, e, claro, repercutiu o comentário da lenda.

"Vim me aprimorar um pouco com o cara. Agora no UFC tenho que pegar esses mínimos detalhes, pois lá dentro faz uma grande diferença", contou. "Ele (Royce) passou perto de mim e falou: 'pode pegar firme com esse aí porque ele é casca grossa'. É um  incentivo a mais para treinar cada vez mais firme".

Assista à entrevista com Alex Cowboy no vídeo abaixo:

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Royce revela papo com Dana antes do 'sim' para o Bellator e estratégia para vencer adversário de 220 kg

A lenda Royce Gracie esteve no Rio de Janeiro para ministrar um seminário prático de defesa pessoal, na semana passada. Bastante atencioso, ele atendeu fãs e imprensa, sempre com sorriso no rosto. Em entrevista ao programa MMA Live Brasil, do site da ESPN, o campeão da primeira edição do UFC revelou que ligou para Dana White assim que recebeu o convite do Bellator para ser embaixador do evento. "Ele me falou: "Cara, faz o que você tem que fazer. Pode ir".

Além disso, o programa também abordou o velho vale-tudo, o novo MMA, as lutas mais difíceis de sua carreira e a estratégia usada para superar um gigante 140 quilos mais pesado: Akebono. O lutador de sumô foi finalizado por Royce Gracie em apenas 2 minutos e 13 segundos, no dia 31 de dezembro de 2004, pelo K-1 Premium Dynamite.

"Antes da luta todo mundo me falou: 'o cara é do sumô, ele treina para não ir para o chão, ele é bem mais alto do que você e você não tem força para nocautear ele. Você é maluco'. Eu adoro desafio. Diz que é impossível que eu vou provar para você que você está errado", afirmou. "É estratégia. Eu não derrubei ele. Eu me joguei por baixo dele e ele tropeçou em mim. Duas vezes. Na primeira vez ele levantou. Na segunda não, aí eu dei uns tapas nele e peguei o braço".

A entrevista completa você acompanha clicando aqui.

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Royce Gracie realiza seminário no Rio de Janeiro em abril; confira as informações

Campeão da primeira edição do UFC e membro do Hall da Fama da organização, a lenda do jiu jitsu e do vale tudo Royce Gracie virá ao Brasil em 2015 para realizar um seminário na sua cidade natal, o Rio de Janeiro, no dia 4 de abril. O evento será no Clube Oásis, na Barra da Tijuca.

Filho do Grande Mestre Hélio Gracie, Royce é tido como um dos nomes mais importantes para a popularização tanto do jiu jitsu como do vale tudo a partir da década de 1990. Aos 26 anos, ele foi o escolhido para representar a família no UFC 1, em 1993, evento recém-criado por seu irmão Rorion para descobrir qual a arte marcial mais efetiva do mundo.

Das cinco primeiras edições do evento, Royce se sagrou campeão de três. Em uma delas, foi obrigado a desistir de competir por exaustão, além de ter empatado com Ken Shamrock na quinta edição, após uma batalha de 36 minutos. No total, Royce finalizou 11 adversários no evento.

Serviços

Seminário de Royce Gracie

Sábado, 4 de abril, a partir das 10 horas

Clube Oásis - Avenida Prefeito Dulcídio Cardoso, nº 3007, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

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Ken Shamrock relembra derrota para Royce no UFC 1: "Achava que eu era o cara"

Há 21 anos, a família Gracie criava um torneio que permitiria provar a superioridade de seu jiu jitsu em relação às demais modalidades de luta. Logo na primeira edição do evento, dois atletas que escreveriam seus nomes na história do esporte se enfrentaram. Royce Gracie e Ken Shamrock fizeram uma das semifinais do torneio, que acabou vencida pelo brasileiro com um estrangulamento. Em entrevista ao Fightography do UFC, o americano relembrou o duelo.

"Eu sabia que o Royce era o cara que eles (UFC) estavam destacando. Ele era o único cara que eu conhecia que sabia alguma coisa sobre finalização, mas eu achava que ele não sabia nada tão bem assim. Eu era um pouco arrogante na época, achava que eu era o cara e logo eu estava tentando fugir dele, pensando 'o que é isso?'. Eu estava realmente despreparado para o ambiente em que eu estava sendo colocado".

Shamrock disse que, após esta derrota, a primeira de sua curta carreira até aquele momento, ele se tornou obcecado pela oportunidade de conseguir uma revanche com Royce, o que lhe foi concedido dois anos depois, no UFC 5. Desta vez, o americano lidou melhor com o jiu jitsu do brasileiro e, após 36 minutos de luta, o resultado oficial foi de empate.

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Royce Gracie comenta nova função de embaixador do Bellator: "Não fizeram isso para atacar o UFC"

Campeão das duas primeiras edições do UFC, tido como um dos maiores lutadores de todos os tempos e responsável por abrir os olhos do mundo para o jiu jitsu, Royce Gracie agora trabalha para uma organização concorrente à de Dana White. Ele recentemente aceitou um acordo para ser o embaixador do Bellator e, em entrevista ao MMA Fighting, comentou a decisão.

"Sou bom amigo do Scott Coker há cinco ou sete anos. Ele está envolvido com as artes marciais há muito tempo, então me ligou e fez esta oferta. Estou aqui para ajudar", esclareceu Royce, "Não acho que eles fizeram isso para atacar o UFC de alguma forma. Eles enxergam meu valor e me convidaram para ser o embaixador. O UFC foi meu lar e vai sempre ser meu lar. Eu ajudei a criar e construir esse lar. Agora, o Bellator é uma organização relativamente nova e eu estou aqui para ajudá-los a crescer ainda mais".

Para o filho do Grande Mestre Hélio Gracie, o monopólio exercido pelo UFC limita as possibilidades de emprego para os atletas profissionais, o que é prejudicial para o esporte como um todo.

"É sempre bom ter mais eventos, dar emprego a mais lutadores. Você tem toneladas de talentos em todo lugar que você vai, então você não pode ficar preso com apenas uma organização".

Royce apontou ainda quem são seus atletas prediletos na organização, destacando o ex-campeão peso pena do WSOF, que acaba de retornar ao Bellator após mais de três anos, e uma revelação polonesa que, recentemente, faturou o GP dos pesos leves.

"Um lutador que eu gosto, que está voltando agora para o Bellator, é o Georgi (Karakhanyan). Ele vai conquistar o título. Também gosto do Marcin Held. Ele tem um chão escorregadio, finaliza todo mundo com chaves de perna. Tem um jiu jitsu muito bom".

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Atleta mais velho a lutar no UFC, Ron Van Clief fala com o PVT 20 anos depois de enfrentar Royce Gracie

Em dezembro de 1994, Ron Van Clief se tornou o atleta mais velho da história a lutar no UFC. Na quarta edição do show, o americano, então com 51 anos, enfrentou Royce Gracie logo em sua primeira luta e acabou finalizado com um mata-leão pelo brasileiro. Foi sua única luta de MMA, mas seu recorde segue inalcançável vinte anos depois.

E engana-se quem pensa que hoje este americano que mora no Havaí curte uma aposentadoria tranquila como qualquer senhor de 70 anos. Em entrevista exclusiva ao PVT, Ron Van Clief conta sua história nas lutas, relembra sua experiência no UFC e conta que, atualmente, treina com um irmão de quem o venceu no octagon.

Vi que você acaba de lançar um livro. Conte-nos um pouco sobre isso.

Sim, meu livro “The Hanged Man, a história de Ron Van Clief – o Dragão Negro”. É sobre a história da minha vida em textos e fotos, e está disponível no Amazon.com. Em 2015, se tornará um filme no cinema. Meu livro de história em quadrinhos, “Black Dragon”, vai se tornar um jogo de vídeo game.

Conte sua história nas Artes Marciais.

Comecei no Brooklin, em Nova York, com Jiu-Jitsu (japonês) e USA OJU Karate na metade dos anos 1950. Meu professor de Jiu-Jitsu era o dr Moses Powell, e no Karate era Peter Urban. Enquanto eu servi o exército, entre 1960 e 1966, estudei Okinawan Arts e Kubidi. Nas Filipinas, aprendi Modern Arnis com o mestre Remy Presas. Treinei Brazilian Jiu-Jitsu, Gracie Jiu-Jitsu, Wing Chun, Wing Tsun, Yang Style Tai Chi/Chi Gung com o mestre Yang... Eu tenho como influencias Bruce Lee, Ed Parker, Relson Gracie, Royce Gracie, Renzo Gracie, Dan Severn, Howard Niego, Ronald Duncan, Ronn Shiraki, etc. Atualmente, treino três ou quatro vezes por semana na Academia Relson Gracie/Ronn Shiraki em Honolulu.

Qual sua primeira impressão quando viu o UFC e por que decidiu lutar aos 51 anos?

Eu vi o primeiro UFC na televisão e fiquei intrigado. Eu sabia que teria que tentar, não importasse minha idade. Eu estava fascinado por não ter tempo, nem limite de peso. Era um negócio puro! Eu treinei aproximadamente cinco ou seis semanas de boxe, wrestling, etc. Uma semana antes de enfrentar Royce Gracie no UFC 4 eu quebrei meu tornozelo esquerdo, mas não queria cancelar, porque eu realmente queria aquilo, mais do que qualquer coisa. Aos 3m49s fui finalizado com um mata-leão, mas foi uma maravilhosa experiência.

Lembro que lhe vi no UFC 7 entregando o cinturão para o Marco Ruas. Você chegou a trabalhar então no evento após lutar lá?

Sim, eu fui indicado como Comissário do UFC pelo Rorion e Relson Gracie, com a aprovação do Grande Mestre Helio Gracie. Trabalhei no UFC 5, 6 e 7. Eu sempre tive o maior respeito pela família Gracie e me sinto muito orgulhoso de ser um membro desta família.

Naquela época, você imaginava que o MMA e o UFC fariam tanto sucesso como agora?

Com certeza. Em 1995, eu previa que haveria um UFC 100. O UFC vai ser eterno.

Quais são seus lutadores favoritos?

Os principais são BJ Penn, Anderson Silva, GSP, Tito Ortiz, Jon Jones e Frankie Edgard.

E os principais lutadores de todos os tempos na sua opinião?

Dan Severn, Royce Gracie, Anderson Silva, Randy Couture e Matt Hughes.

Você já esteve no Brasil?

Já, fui ao Brasil algumas vezes. Quero ir novamente com o Relson Gracie assim que possível. Eu amo o Brasil.

O que tem feito ultimamente?

Tenho cuidado do meu filho de oito anos, Kai, morando aqui em Waikiki Beache, Honolulu, no Havaí. Tenho trabalhado no Genesis Pure como porta-voz e um usuário deste excelente suplemento e acredito nesta marca como um modelo de negócios. Sou também um Comissário do Global Proving Ground Fight League (globalprovingground.com) Meu site é o ronvanclief.com. Muito obrigado e um grande abraço a todos.

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PVT Mag 51: O dia em que Wallid apagou Royce Gracie em plena Copacabana

Royce Gracie sempre será lembrado como o homem que provou a superioridade do jiu jitsu em relação às demais artes marciais nos primórdios do chamado vale tudo. O filho do Grande Mestre Hélio Gracie venceu três das quatro primeiras edições do UFC, e apenas abandonou a outra por exaustão. Entretanto, nem tudo foram glórias em sua carreira profissional. Em 17 de dezembro de 1998, Royce sofreu uma derrota histórica no jiu jitsu, história contada pelo Baú do Alonso na edição número 51 da PVT Mag, que já está no ar.

A revista traz ainda uma reportagem especial sobre a dupla de campeões brasileiros no UFC, Renan Barão e José Aldo, que recentemente defenderam seus cinturões em uma mesma noite, mostrando a força da equipe Nova União. Entretanto, nem o fato de possuir dois campeões contra nenhum da Alpha Male fez com que o time liderado por Dedé Pederneiras fosse considerado o melhor do ano pelo Oscar do MMA, ou que o próprio Dedé fosse premiado treinador do ano, honra dada a Duane Ludwig, também da Alpha Male. Nós corrigimos esta injustiça.

Além disso, você confere uma matéria especial sobre a nova ascensão dos russos no MMA. Vindos, em sua maioria, da tradicional arte marcial soviética, o sambo, eles estão cada vez mais infiltrados nos grandes eventos americanos - UFC e Bellator - e seguem os passos do maior lutador de todos os tempos do país, Fedor Emelianenko -, para chegarem ao topo do esporte.

A segunda PVT Mag de 2014 traz ainda um ensaio com a musa do Jungle Fight, Sylvia Andrade, e uma finalização ensinada pelos pesos-pesados do UFC, Rodrigo Minotauro e Antonio Pezão.

Clique aqui e confira!  

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Royce relembra desafio feito a Tyson: "Se ele perdesse, o boxe ia cair totalmente"

Entrevistado pela repórter do UFC, Paula Sack, Royce Gracie falou sobre vários assuntos, inclusive uma super luta que nunca aconteceu, entre ele e Mike Tyson:

"Ele aceitou (o desafio), ele queria se testar. Mas o pessoal que estava em volta dele disse: 'não há condição'. Imagina se o Mike Tyson, no auge, perde; o boxe ia cair totalmente".

O campeão de três das quatro primeiras edições do evento garantiu que não se arrepende de ter feito "apenas" 19 lutas em sua carreira no MMA, e se mostrou indeciso na hora de escolher a preferida: "Talvez lutando três vezes no primeiro UFC - ninguém tinha feito uma coisa dessa; Talvez no segundo UFC, quatro lutas em uma noite; Talvez no UFC 3, contra o Kimo (Leopoldo), um monstro de 250 libras (113,4kg); Talvez no UFC 4, tendo que enfrentar, depois de duas lutas, o Dan Severn na final, que eliminou todo mundo rápido. Todo mundo pensou que eu fosse perder, porque ele estava em cima de mim tentando me bater durante 16 minutos; Talvez contra o Sakuraba, foi 1h45 lutando contra ele, seis rounds de 15 minutos; Talvez contra o Akebono, com 2,07m e 220kg. É difícil escolher uma".

Royce ainda comentou sua famosa frieza após as vitórias, comportamento que atribuiu aos ensinamentos de seu pai, Grande Mestre Hélio Gracie: "Eu sou lutador, é o meu trabalho. Ganhou, tá bom; a celebração desmoraliza o seu adversário mais ainda. Você já ganhou do cara, já fez ele desistir. Fazer uma dança, uma celebração na frente dele, pra que? Não precisa disso. Meu pai era contra isso".

Confira abaixo a entrevista na íntegra.

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